sexta-feira, 25 de abril de 2008

25 de Abril


O dia em que o cheiro fétido da ditadura
sucumbiu ao aroma perene dos cravos.

Não gostaria de ver morrer a liberdade
nas mãos da incongruência,
pois às vezes fazemos dela
uma luxúria desprovida de senso
onde tudo é permitido.

1 comentário:

Carmen Ezequiel disse...

Que LIBERDADE é essa? Que vãs palavras tão belas se escondem na insanidade real dos povos que habitam esta terra e que perdidos estão neste Portugal? O dia, que dizes? Quantos de nós outrora o viveram? Quantos de nós, agora, sucumbem num abismo perene do egoísmo?... o que é real é a insensatez e esta nossa curiosa capacidade de absorvermos os espinhos da vida e transformá-los em janelas de esperança!